lunedì

:: Uma Mulher de Armas... Octávia Frota...


Do quadro directivo da Agência Europeia de Defesa. E durante muito tempo, Octávia Frota foi a única mulher e única portuguesa naquela entidade.
Por Mariza Figueiredo l fotografia de ricardo quaresma Vieira Não concebe outra forma de viver que não seja apaixonadamente. Octávia Frota fala com encanto de temas áridos, como propergóis compósitos e explosivos. Nunca planeou a carreira, mas a sua trajectória tem sido brilhante. Está na Agência Europeia de Defesa desde 2004, praticamente desde a sua criação, onde sempre ocupou o cargo de directora adjunta para Investigação e Tecnologia. “Temos por missão promover a cooperação europeia na área da Defesa, mais especificamente no âmbito de Capacidades de Defesa, Armamentos, Indústria e Mercado de Defesa, bem como de Investigação e Tecnologia.” Acredita profundamente no mérito técnico e científico dos portugueses e não percebe por que há tantos complexos a esse nível. “Cheguei a Bruxelas única e exclusivamente por mérito técnico e científico próprio. Nunca fui funcionária governamental e estava fora do país desde 1997. Só não faz caminho quem não quer. Não acredito em discriminação. E mesmo que ela exista, pode ser superada porque tudo na vida é superável.” Mas para aí chegar, foram inúmeros os dias, feriados e fins-de-semana em laboratórios, incontáveis as noites em bunkers e um tempo sem conta em pé ao frio, à chuva e ao vento. “No fim, não é essa a memória que tenho. É um trabalho de tal maneira fascinante… Ver queimar uma carga de propergol, ver explodir uma carga, são dois tipos de trabalhos distintos, mas que dão imenso gozo”, relata. “O mundo dos materiais energéticos, civil ou militar, é um mundo que apaixona. São ciências que agem como um vírus, mas um vírus bom, que se infiltram no nosso sangue… e é impossível não nos apaixonarmos. Basta ver o efeito que tem em qualquer pessoa ver o lançamento de um shuttle, de um lançador Arianne 5…”
Octávia Frota não abre mão da família nem dos amigos. Adora ter a casa cheia e é uma grande cozinheira. Ao mesmo tempo, gosta de restaurar peças velhas ou antigas. E para entendermos um pouco do universo em que Octávia Frota sempre trabalhou, convém saber que há cargas de propergóis e cargas de explosivos – que são duas coisas distintas. As primeiras são usadas para fins de propulsão. As segundas, no caso de Octávia Frota, foram utilizadas para testes de segurança de sistemas de munições. Estes testes experimentais estabelecem parâmetros de segurança utilizados para regulamentar o transporte, armazenamento, manuseamento e procedimentos de “fim de vida” (desactivação, desmantelamento, destruição) de explosivos e/ou munições para as diversas aplicações militares, prevenindo assim a ocorrência de acidentes. Os Estados Unidos, como país principalmente afectado pelos acidentes com sistemas de munições, desenvolveu infra-estruturas e testes experimentais capazes de todo o tipo de testes. A Europa, por seu lado, pagava para fazer estes testes nos Estados Unidos, com todos os inconvenientes associados à exportação de materiais energéticos. “Estive justamente a desenvolver uma infra-estrutura e testes experimentais que permitissem realizar estes mesmos testes na Europa. A infra-estrutura envolve não só a certificação de bunkers, mas passa igualmente pela criação de todo o equipamento de menor dimensão, como o design e construção dos veículos para os diversos testes, equipamentos de aquisição de dados relativos a diversos parâmetros (temperatura, pressão, tempo para explosão, etc.) e protocolos de teste.” A especialista faz uma ressalva: “Estes testes são igualmente aplicados em composições (propergóis e explosivas) que se destinam a fins civis. Só cerca de nove por cento da produção mundial de explosivos é utilizada para fins militares. Todo o resto é utilizado na construção de estradas, casas e escolas, extracção de minérios, na indústria petrolífera, etc.” Cresceu em Coimbra e aí se licenciou em Química, tendo feito uma tese de licenciatura no LNETI - Laboratório Nacional de Engenharia e Tecnologia Industrial, em Lisboa. Entretanto, Octávia Frota foi convidada para ir trabalhar para o Laboratório de Energética e Detónica, onde integrou a primeira equipa portuguesa a trabalhar em Propulsão Sólida. Fez o mestrado em Ciências da Engenharia Mecânica, em Coimbra, com especialização na mesma área. O próximo passo leva-a para fora do país, para a escola mais antiga de artilharia do Reino Unido, o Royal Military College of Science. O convite surge depois de o director do Department for Environmental and Ordnance Systems ter visto uma apresentação do seu trabalho de mestrado nos Estados Unidos. Octávia Frota passa então a integrar aquele departamento especializado em sistemas de defesa e temáticas de impacto ambiental de sistemas de munições. Um convite do chefe de divisão de Propulsion and Aerothermodinamics, do Centro de Investigação e Tecnologia da Agência Espacial Europeia (ESA/ESTEC), leva-a para aquela entidade. Para além de acompanhar como perita projectos que eram contratados com a indústria e instituições europeias, desenvolve estudos sobre Propulsão Híbrida e Propulsão Líquida de Próxima Geração. A visita a um site na Internet levou--a a esta etapa em que se encontra agora. Contava 37 anos. “Tinha acabado o meu contrato com a Agência Espacial Europeia e quis tirar seis meses de férias, porque precisava de descansar ao fim de tantos anos de trabalho intenso. Acabei por descobrir o anúncio desta nova agência, a ser criada. A Agência Europeia de Defesa, naquela altura, limitava-se ao gabinete de Javier Solana, actual representante máximo desta entidade, e a um grupo de poucos elementos denominado AET (Agency Establish ment Team).” E se a Agência Espacial Europeia tinha um carácter mais técnico, a Agência Europeia de Defesa tem um cariz muito mais político. “Foi criada para promover a cooperação europeia na área da Defesa, com o objectivo de dotar a Europa de capacidades de Defesa para resolução de crises, no enquadramento da Política Europeia de Segurança e Defesa”, explica a especialista. Há, entre os Estados-membros da Agência, 26 realidades distintas com estruturas nacionais distintas, com prioridades nacionais distintas, com formas e mecanismos de investimento distintos – todo um cenário de fragmentação de processo. Tal reflecte-se em dificuldades operacionais em missões conjuntas no âmbito da União Europeia, pois é ne- cessário utilizar pessoal com treino diferente, equipamento diferente, com protocolos operacionais diferentes. “Isso traduz-se numa enorme ineficácia. Os resultados que se conseguem no terreno não estão ajustados aos investimentos. Estamos a tentar fazer com que todos estes Estados-membros não tenham, por exemplo, cada um o seu programa de carro blindado. Há que tentar trazer à mesma mesa todos estes Estados-membros e tentar promover a cooperação em áreas de sinergia – maximizar os pontos comuns, tentando eliminar o mais possível as diferenças, de forma a reforçar competências europeias e permitir mercados de escala. Muito tem vindo a ser feito pelos Estados-membros noutros organismos europeus e internacionais antes da criação da Agência Europeia de Defesa, mas muito há ainda por fazer. Esta é essencialmente a primeira responsabilidade da Agência.”

:: Associação Novo Futuro - Isabel Guerra...





Há quase seis anos que Isabel Guerra preside à associação Novo Futuro. Conduz esta organização e os seus seis lares com o olhar prático de uma gestora, o coração de uma mãe e uma disposição invejável.


A vida dos irmãos Pedro, Paulo e Manuel*, de 14, 15 e 16 anos, mudou do dia para a noite. Ficaram órfãos de mãe e passaram a viver com o padrasto. Negligenciados por este, acabaram por ficar na rua, sem ter onde viver. Quando foram para a Novo Futuro eram agressivos, não respeitavam regras e apresentavam hábitos de delinquência. No lar onde passaram a viver chegou-se mesmo a recear pela integridade dos mais pequenos e a pensar que a integração dos três irmãos não seria possível. Este não foi um trabalho fácil. O caso destes três rapazes é um entre tantos que cruzam os corredores dos tribunais de menores e terminam em instituições de apoio. Mas mesmo para estas histórias é possível um final feliz. E a Novo Futuro conseguiu encontrá-lo. Equipa técnica, funcionários, padrinhos e amigos da casa para onde foram empenharam-se à exaustão. Hoje, Pedro, Paulo e Manuel estão plenamente integrados. Sentem a casa como sendo deles também, são educados e carinhosos. “Estes resultados devem-se à qualidade do trabalho das equipas envolvidas, mas também ao carinho, ao afecto, à compaixão e ao amor universal destas pessoas. Esta capacidade de amar é indispensável a quem trabalha neste tipo de instituições”, sublinha Isabel Guerra.Nada parece complicado para esta mãe de quatro filhos, “já todos mais ou menos encaminhados”. Dificilmente a ouvimos queixar-se da falta de dinheiro ou dos entraves políticos ou legais com que este tipo de organização invariavelmente se esbarra. Mas quando qualquer coisa afecta alguma das crianças e jovens da instituição tudo muda.
Isabel Guerra não é uma mulher de meias medidas, deixa-se envolver por completo.A sua área de eleição é a das Ciências da Educação.
Chegou mesmo a ter o seu próprio colégio. Deixou a carreira para acompanhar
os filhos mas canalizou boa parte da sua energia para a sociedade civil.
Esteve na política, como fundadora e dirigente da juventude centrista, e, mais tarde, fundadora do partido da Nova Democracia. E está envolvida com outra instituição, o projecto Família Global, que abarca idosos, mães solteiras e famílias, e cujo trabalho de apoio é feito no terreno. Ali, tem uma intervenção mais discreta e pontual. O contacto com a Novo Futuro surgiu por ocasião do lançamento da associação. Fez-se logo sócia. E, em 2002, foi desafiada a assumir a presidência da direcção. Ao iniciar as suas funções tinha como meta criar uma equipa técnica forte, competente e eficaz. “A equipa técnica é sempre a espinha dorsal de uma instituição como esta”, sublinha. E acrescenta: “Hoje, contamos com um grupo mais completo e extremamente capaz. São três técnicos superiores de Serviço Social, quatro psicólogos, sete educadores sociais e os auxiliares de acção educativa.”


Retrato da instituição A Novo Futuro é uma Instituição Particular de Solidariedade Social O Estado dá 40 por cento das verbas de que necessita; o restante é suportado por mecenas O BES é actualmente o seu patrocinador mais forte São angariados fundos também com iniciativas como o Rastrillo e a venda de postais de Natal Contam com donativos e participações individuais como a dos padrinhos benfeitores, que doam 750 euros por ano para apoiar as crianças Todas as casas contam com uma dupla de voluntários – um homem e uma mulher – que funcionam como figuras de referência de afecto. Levam os rapazes ao futebol, ensinam as raparigas, transmitem valores, ajudam na formaçãoIsabel Guerra gosta de acompanhar de perto o trabalho destes profissionais e faz também visitas regulares aos lares. “Costumo ir jantar com os jovens. Eles precisam e gostam de falar, de conversar. É sempre importante sentirem que a presidente da direcção está lá. Isso é essencial”, afirma.A Novo Futuro tem origem em Espanha, onde funciona há cerca de 40 anos. Baseia-se no acolhimento com contornos familiares, já que as suas casas abrigam em média oito crianças. “O próprio Estado espanhol valoriza-a muito”, observa a presidente. O projecto chegou a Portugal há 10 anos pelas mãos de Teresa Mathias, mulher do embaixador de Portugal em Espanha na altura, e foi impulsionado pela então primeira-dama, Maria de Jesus Barroso. Portugal conta com seis casas da Novo Futuro, situadas nos conce-lhos de Lisboa, Sintra, Gaia e Cas-cais. Ali vivem 55 crianças e jovens entre os sete e 21 anos. Nesta organização os irmãos nunca são separados. “Por vezes é o único vínculo afectivo que lhes fica”, esclarece Isabel Guerra.As casas não têm letreiros que as identifiquem como instituições de acolhimento, o que ajuda a que as crianças tenham um desenvolvimento saudável, sem estigmas. Crianças e jovens frequentam as escolas dos bairros onde moram e desenvolvem actividades extracurriculares. “Cada um tem direito de escolher uma. Há inclusivamente uma rapariga que frequenta o Conservatório, onde aprende violeta (instrumento de corda).” As probabilidades de ficarem na instituição até à vida activa são muitas. “Defendemos que aos 18 anos são maiores de idade mas não estão prontos para a vida activa, como os nossos filhos também não estão”, explica. Estes jovens ingressam em cursos té-cnico-profissionais ou mesmo na universidade e quando terminam a escolaridade recebem apoio durante algum tempo. “Ajudamos a procurar a primeira casa – em geral um quarto ou alojamento – e contribuímos com as primeiras despesas. Depois, como em qualquer família, eles estão em contacto connosco. Há uma relação que se mantém”, explica.A nova meta de Isabel Guerra é criar residências para estes jovens que estão em autonomia. “Se tiverem apoio numa residência vocacionada para eles será muito melhor do que andarem por aí”, confessa.A experiência na Novo Futuro tem sido “uma aprendizagem importante e forte” para Isabel Guerra. “Tenho aprendido que com amor e compaixão faz-se maravilhas. Infelizmente também tenho tido frustrações porque não conseguimos alcançar o sucesso com todos. Temos uma percentagem de insucesso muito pequena, perto dos 12 por cento. Quando vejo um menino de 13 anos ir para um colégio de reinserção social, que no fundo é uma prisão para jovens, fico muito frustrada”, desabafa.Um jovem adolescente enfrenta uma situação destas quando comete um delito. E isso já aconteceu durante a sua gestão. “Mesmo assim, podemos encontrar um aspecto positivo, que é a referência que a associação deixa para estes jovens.” Neste momento diz-se indignada com a aprovação do decreto-lei que regula o ensino especial. “Vai prejudicar centenas de crianças que têm dificuldades cognitivas, e, entre elas, um dos jovens acolhidos na Novo Futuro.” Refere-se a um rapaz de 13 anos que até agora frequentava o ensino regular e com esta idade ainda não conseguia ler. Conseguiram quem patrocinasse a sua frequência num colégio privado de ensino especial durante este ano lectivo. “Já se nota uma evolução, mas será que para o ano vamos ter um patrocinador? Como é que um jovem institucionalizado ou carenciado pode alcançar um real desenvolvimento se o Estado não subsidia a sua frequência num estabelecimento especializado? Até hoje não vi nenhum governo a preocupar-se verdadeiramente com os superiores interesses das crianças.”*Os nomes foram alterados para proteger a identidade dos jovens

sabato

:: Prémio José Donoso entregue ao escritor António Lobo Antunes...



António Lobo Antunes congratula-se com prémio José Donoso O escritor
António Lobo Antunes congratulou-se hoje com o facto de ser o primeiro
escritor europeu a receber o Prémio José Donoso, um dos mais prestigiados do panorama literário Ibero-Americano, atribuído pela Universidade de Talca, no Chile.
«Para mim, um prémio com o nome de um escritor latino-americano - que tão importantes foram para os escritores da minha geração e tão importantes continuam a ser para todos os escritores - é uma honra», disse o romancista,
na cerimónia de entrega do galardão que o distinguiu em 2006, realizada no Instituto Cervantes, em Lisboa.
Composto por uma medalha, um diploma e um cheque de 20 mil dólares,
o prémio José Donoso foi entregue ao fim da tarde a Lobo Antunes pelo reitor da Universidade de Talca, Juan Antonio Rock, numa sessão que contou igualmente com a participação do presidente do júri, Javier Pinedo, da mesma universidade, e de António Vieira Monteiro, do Banco Santander.
Às vezes - observou o escritor - «digo a mim mesmo que um prémio nada tem
que ver com a literatura, no sentido em que não a torna nem melhor, nem
pior do que era, o que não é literalmente verdade».
«Recebi muitos prémios - por vezes, penso que sou um cavalo, que ganha
prémios - mas poucos me deram
CONTINUA ...

martedì

:: Livros - O Último Minuto na Vida de S.,


O Último Minuto na Vida de S., de Miguel Real
2008-02-18 06:19:03

Snu Abecassis e Francisco Sá-Carneiro viveram um grande amor que está na base desta ficção.
“S.”, personagem inspirada em Snu Abecassis, a narradora desta história, mulher bonita, inteligente e culta, vinda da Suécia no início dos anos 60, divorciada de um português, ficaria à frente de uma prestigiada casa editora: “(…) desafiara o Estado publicando livros proibidos”. Por ela se apaixonou Francisco Sá-Carneiro, primeiro-ministro de Portugal, casado e com filhos – um escândalo, à época, no “país mais arcaico da Europa”. Um grande amor, corajosamente assumido ao longo de quase três anos. Em Dezembro de 1980, apanharam uma avioneta para o Porto num clima de tudo ou nada em relação ao candidato presidencial apoiado por Sá-Carneiro, para participar no último comício da campanha eleitoral. O Cessna despenhou-se, foi bomba, morreram abraçados. Um grande escritor partiu daqui para uma ficção em que a heroína traça um retrato nu e cru do país e da sua vida pessoal, em flashback, momentos antes de embarcar na avioneta. S. tinha “uma vida por viver”, como dizia ao marido, que lhe respondeu: “A tua vida é a minha vida.” Mas não era, os filhos e a casa não lhe chegavam. Com o grande político viveu um amor “pleno, íntegro, absoluto, inteiro”. Já é um mito. (QuidNovi, 126 pp, capa dura, € 11)

giovedì

:: Clouds...


:: Publicidade Controversas...









Confira alguns dos anúncios mais polêmicos já feitos no mundo da moda, segundo a publicação americana Debonair Magazine.



lunedì

:: Livros...






















Catarina de Áustria, de Ana Isabel Buescu2008-02-11 10:29:47Depois de Infantas de Portugal – Rainhas em Espanha, de Marsilio Cassotti, a editora continua a proporcionar-nos um mui nobre e feminino fresco do país, agora pela mão de uma notável historiadora que traça a vida de D. Catarina (1507-1578), mulher de D. João III e avó de D. Sebastião, regente do...ler artigo >>>

Lição de Tango, de Sveva Casati Modignani2008-02-08 14:54:18Em Milão, a dona de uma loja de antiguidades que subiu na vida através do casamento compra uma escultura em madeira (será uma raridade do século XV?) por um preço irrisório. A vendedora é uma velhota maltrapilha e doente (ex-prostituta, diz-se). Parece haver um elo entre elas… (Asa, 448 pp,...ler artigo >>>

O Livro Verde, de Elizabeth Rogers e Thomas M. Kostigen2008-02-08 14:52:18Um guia para quem sonha em salvar o planeta. O livro sugere opções mais verdes para serem utilizadas em cada um dos diferentes ambientes que frequentamos no nosso dia-a-dia. Pequenas alterações que podemos fazer na forma como consumimos e descartamos os nossos recursos. O livro conta ainda com...ler artigo >>>

Chega Aonde Quiseres, de Michael Neill2008-02-08 14:51:03Michael Neill tem sido mentor e inspiração criativa para celebridades, CEOs, membros da realeza, entre muitos outros. Agora traz a sua receita de felicidade e sucesso a um público mais alargado. Neste livro apresenta todas as ferramentas necessárias para conseguir o que quiser: ensina a ter...ler artigo >>>

Conheça o Seu Filho Através da Astrologia, de Paulo Cardoso2008-02-08 14:49:51Este pequeno guia pretende dar aos pais e familiares uma ideia da personalidade dos filhos, das suas carências e necessidades, para que os possam apoiar e orientar da melhor maneira no seu percurso. Fala das crianças, dos adolescentes e também dos seus ascendentes astrais. (D. Quixote, 112 pp, €...ler artigo >>>

:: Anjos Vestem Galliano...


sabato

mercoledì

Em 2007...




Em 2007 aprendi que há coisas na vida pelas quais lutamos e conseguimos. E outras pelas quais não vale a pena lutar. Aprendi a ouvir críticas sem reservas e elogios com alguma desconfiança. Aprendi que o tempo não se perde, gasta-se. Que o tempo que temos para quem amamos é sempre pouco. Que as pessoas de quem gostamos também ficam muito doentes. Que a amizade é um dos sentimentos mais bonito, mas muito difícil de encontrar. Aprendi que não se chama amigo(a) gratuitamente, a quem conhecemos ou falamos à uns dias. Amizade é muito mais que a palavra.






Que tenho uns pais que adoro excepcionais.



Que tenho um marido o mais amigo, companheiro, único, e que tenho o maior orgulho. Que o sucesso é efémero e consome. Que existem pessoas que tratam e humilham outras pessoas, quando sentem que estas estão debilitadas.



Que às vezes é preciso respirar fundo antes de responder, calar em vez de falar, fechar a gaveta sem a arrumar.



Que a vida nos traz situações que não esperávamos, e que temos que partir para a frente como se enfrentasse-mos um furacão. Em outras alturas traz-nos aquilo que mais desejamos e que quando alcançamos objectivos, temos que ter outros, senão a vitória não sabe a nada porque já foi conquistada.



Este ano de 2007 aprendi que não vale de todo a pena tentar aproximar-se de certas pessoas, quando elas jamais vão estar lá. Aprendi a respeitar e a ouvir os outros corações bater a um ritmo diferente do meu, que cada alma tem o seu modo e o seu tempo, que amar é saber respeitar o tempo e o modo de cada um.



Que não somos uma ilha, e precisamos todos uns dos outros, mesmo daqueles que sabemos que jamais estarão presentes...mais que não seja para os recordar.



Que a distância não tem nada a ver com quilómetros. Que ninguém constroí uma ponte sozinho. Que ausência (de alguns que amamos) doí muito.



Que quando se começa a construir alguma coisa, tem que ser pedra sobre pedra.



E que às vezes mais vale deitar tudo abaixo e começar de novo. Limpar as fundações e definir novas estratégicas. Que estar parado também é uma acção. Que estar calado também é comunicar. Que ficar quieto pode ser a forma mais inteligente de agir.



Este ano de 2007 descobri que cada vez gosto mais de Arte, que não sei viver sem ela. Que prefiro apreciar um quadro ou uma escultura sentada no chão sem sofá algum... Do que ter um conjunto lindíssimo de sofás e não ter o quadro ou a escultura.



Que o carinho ou uma palavra ternurenta é um bem precioso.



Que a solidão tem cor, cheiro e sabor e que me sinto bem muitas das vezes com ela. Aprendi a estar comigo.



Que a proximidade é uma arte. Que a generosidade que temos reverte sempre a nosso favor. Que a sinceridade é uma arma perigosa. Que o amor tem muito de guerra e muito de paz.



Aprendi que sou mais forte do que imaginava. Isto não é de todo um auto-elogio. Mas depois das muitas más situações que vivi este ano... Comprovei-o! Não vou de todo mencioná-las aqui, até porque são muito privadas e este blogue não é um diário para mim.



Aprendi que o tempo nos dá maturidade, e que nos ensina a distinguir o que é urgente daquilo que é mesmo importante, que nos mostra onde estão os verdadeiros amigos, que nos dita quais os princípios pelos quais nos regemos e como devemos lidar com as nossas fraquezas. O tempo ensina-nos a viver com os nossos defeitos e a respeitar as diferenças dos outros. Aprendi que nos dá sabedoria, tolerância, paciência, distância, objectividade, clareza mental.



Afasta as dúvidas e as hesitações. Aprendi que poupa-nos de decepções e enganos.Abre-nos os olhos quando somos os únicos a não ver. e dá-nos força para continuar, mesmo que alguém que nós amamos seja uma ausência, uma perda, uma falta,uma desilusão.



Aprendi que no fundo andamos todos à procura do mesmo: tranquilidade, doçura, confiança e estímulo.



Em 2007 aprendi que quero 2008 muito melhor. Que tudo na vida pode ser sempre melhor. Muito melhor. Muitíssimo melhor!!!

:: Nova Vida em 2008...



Fazemos a contagem regressiva. Saltam as rolhas das garrafas de champanhe. Comemos as 12 passas e abraçamos aqueles que mais amamos.

Temos a alma carregada de esperança. E mesmo os puramente racionais, que vêem o último e o primeiro dia do ano como dias como quaisquer outros, dificilmente não se contagiam com o clima de entusiasmo frente a um novo ano que começa.


Quantos de nós, entre pedidos e desejos, não pensamos também naquilo que esperamos concretizar a partir desse dia? Há sempre algo a melhorar, ou coisas pequenas ou grandes que realmente gostaríamos de mudar. É a casa que está uma confusão, o guarda-roupa que precisa ser limpo. São as finanças que não estão como gostaríamos, o peso que ultrapassou o limite do saudável ou mesmo aspectos mais complicados, como uma relação amorosa, a vida profissional ou algumas atitudes que sabemos que não nos fazem bem.


A passagem do ano tem o poder mágico de nos dar força para encarar estas situações e anima-nos a mudar. Só que, muitas vezes, esta energia esgota-se passado pouco tempo e estes planos não conseguem deixar a esfera das intenções. Acabam por não se concretizar, sendo deixados, uma vez mais, para outra ocasião. Com a ajuda de várias especialistas, revelamos a chave para conseguir alterar este cenário. Mudar é sempre possível. Todos nós fazemos mudanças. E isso pode não implicar mexer de forma profunda em nós mesmos.


“Quero parar de fumar, quero começar a fazer ginástica, vou aprender alemão, vou começar a deitar-me cedo e a comer melhor... Essas são pequenas mudanças que, acredito, a maioria das pessoas consegue fazer”, observa a psicóloga e psicoterapeuta Alexandra Coimbra. Depois, há aquelas transformações internas, mais profundas, que implicam romper com padrões já mais enraizados em nós e que representam processos mais complexos.


Guarda-roupa funcional Segundo Susana Marques Pinto, produtora de moda e consultora de imagem, depois de limpá-lo daquilo que já não usa há algumas estações, deve complementar o que se tem com peças que permitam dinamizá-lo. “Se tem tudo em tons escuros, por exemplo, deve jogar com peças mais claras.

Ou se tem demasiadas roupas estampadas, complementar com peças lisas e neutras”. Um guarda-roupa para o Inverno deve contar com um bom sobretudo clássico e, se houver mais recursos, também deve contar com um mais moderno. E com um tailleur de calças ou saia, que se poderá desmultiplicar em várias combinações. “Consoante o estilo da mulher, do guarda-roupa deve constar ainda um ou dois pares de calças de ganga, algumas malhas básicas e, cada vez mais, um ou dois vestidos práticos e, também, chiques.” Se tem menos recursos, detenha-se nos tons clássicos, que passam de um ano para outro. Se tem mais recursos, pode prender-se mais aos tons das tendências, mas que mudam de um Inverno para o outro.


Se a ideia é mudar o visual, é importante cuidar do aspecto a todos os níveis. “Só roupa não é suficiente”, refere. Para mudar é preciso, em primeiro lugar, querer”, refere a psicóloga. Seja qual for o tipo e a dimensão da mudança pretendida. “A mudança implica esforço. O querer mudar alguma coisa implica a pessoa ser capaz de perceber primeiro, e de forma clara, o que quer mudar.



Depois, é preciso criar espaço para esta mudança. E isso muitas vezes não é claro. Ou seja, para ganhar alguma coisa, eu tenho de perder outras. Para ser capaz de me impor uma nova rotina, um novo hábito, uma nova relação, tenho de criar espaço para isso acontecer, o que significa perder coisas antigas.” O problema é que o que nós conhecemos nos dá segurança, mesmo sendo padrões ou rituais que sabemos que não nos fazem bem ou não nos vão deixar muito felizes.


Nessa altura, o importante é fazer um balanço entre o que pretendemos alcançar e aquilo de que vamos ter de abrir mão. Quando acreditamos que aquilo que vai vir de novo é suficientemente positivo, aceitamos melhor ou conseguimos conviver melhor com a perda que isso implica. “É como quando as pessoas decidem terminar uma relação.


Habitualmente, não se termina uma relação amorosa de uma hora para a outra. É uma coisa pensada. É uma decisão difícil de tomar, mas as pessoas acreditam que, apesar da dor e da dificuldade inerente a essa decisão, vão criar espaço para ter uma vida diferente e possivelmente melhor. É isso que faz com que as pessoas sigam adiante. E só conseguem terminar quando acreditam que é possível que a vida seja melhor. Porque, senão, mantêm-se em relações infelizes para o resto da vida.”


Quando a mudança é muito difícil, começar por coisas pequenas talvez seja a melhor solução. Uma pessoa está numa relação infeliz, por exemplo, e não consegue alterar isso. O que é que ela pode fazer a nível das pequenas coisas que lhe possa dar um maior bem-estar? Ir à ginástica é uma coisa importante?

Conseguir encontrar-se com algumas amigas uma vez por mês para jantar? “É importante ser capaz de encontrar pequenas ilhas de satisfação, pois é através do prazer que eu sou capaz de acreditar que a mudança é possível. É por não querer mais o desprazer e a dor, e por experiências de prazer, que eu acredito que sou capaz de fazer diferente”, afirma Alexandra Coimbra.



Cada ano que se cumpre segundo Isabel Leal

Cada ano que se cumpre, cada ano que chega ao fim e nos obriga ao exercício renovado de balanços e pontos de situação, bem que pode ser uma forma de significar o tempo. Já se sabe que o tempo só passa. Que, para lá de um tempo cronológico que nos submete o corpo e o conduz de fase em fase (de desenvolvimento ou de envelhecimento), há um outro muito mais importante.


Esse outro tempo, dito psicológico, liga pouco à sequência dos dias e das noites, às estações que se repetem ano após ano, mesmo que hesitantes. Egoísta e autocentrado, escolhe, selecciona e imprime na memória farrapos de acontecimentos, fragmentos de estórias que nos marcaram, que mexeram connosco. É um tempo que só liga a emoções, sentimentos e afectos, que desfoca a realidade, amplia detalhes minúsculos, faz de grandes bocados da história do mundo assunto de somenos e enrola-se sobre si mesmo e sobre nós, sobre aquilo que somos e que significamos.



Cada ano que se cumpre é, por isso, o tempo que pode ser.

Para alguns, um tempo vazio e branco sem recordações nem eventos a assinalar.

Para outros, é o tempo a reter como a consagração de qualquer coisa: um filho que nasceu, um amor que se descobriu, um objectivo que se conseguiu.



Claro que o tempo cronológico é asséptico e instrumental como todas as coisas que são, apenas, o meio de cultura e de crescimento de muitas vidas. Os anos do mundo, com as suas guerras, os seus escândalos, as suas invenções e inovações conseguem ser apenas para nós o caldo em que individualmente nos atolamos ou também individualmente nos afirmamos.



Cada ano que se cumpre e que chega ao fim e nos obriga em mil pequenas coisas (uma festa, um feriado, uma agenda nova), a pontuar a nossa própria vida, bem que pode ser uma oportunidade, tão boa como outra qualquer, de perceber quem somos, onde estamos e para onde vamos.
A atitude também é importante na mudança. Agarrar-se aos aspectos negativos para acreditar que não é capaz não é o melhor caminho. A melhor atitude será prender-se mais aos aspectos positivos. A diferença entre o sucesso e o insucesso está em valorizar as pequenas mudanças que se vai fazer em lugar de dar mais importância a todas as pequenas coisas que não se consegue mudar.



É a questão do copo meio cheio e meio vazio. Em lugar de dizer “Hoje voltei a comer doces outra vez”, pensar “Hoje já consegui comer sobremesa só numa das refeições”. “É valorizar mais os pequenos ganhos que se vai tendo e que conduzem à mudança. Esta faz-se por pequenos passos”, refere Alexandra Coimbra. Conhecer-se a si próprio é outro aspecto relevante. Sobretudo quando se quer parar de fumar ou de comer em excesso. É importante perceber a que estado emocional é que se ligam as situações em que se come mais. Algumas pessoas são capazes de perceber que o fazem quando estão zangadas, irritadas, ansiosas ou tristes.



“E quando se tem este conhecimento, é possível controlar mais facilmente a situação.” Transformar familiares ou amigos em aliados pode ser um bom apoio, sobretudo quando as mudanças se estendem a eles ou nos afectam directamente.

Se, por exemplo, começar a fazer ginástica implica ter um pouco menos de tempo para a família, é importante fazê-los ver que o seu bem-estar será benéfico para todos. Quando, por outro lado, está em causa passar a ter uma alimentação saudável ou mudar outro hábito que se pode estender à família, se isso for falado e pensado em conjunto, envolvendo todos no processo, será mais fácil levar a mudança a bom termo.


Caso contrário, esta será sentida por todos como uma coisa difícil, suscitando reacções negativas. A família, ao participar, passa a ser uma força viva, um motor, e não um travão. Quando isso não é possível e a convicção é grande, é importante ser-se firme em relação àquilo em que se acredita.

“Se o olhar dos outros for muito crítico, então a pessoa tem de se proteger desse olhar. A opinião dos outros é importante, mas não deve ser impeditiva de se levar por diante uma mudança que se julga ser melhor para nós”, refere Alexandra Coimbra.


Nestas situações, a pessoa deve mostrar que não precisa de críticas, mas sim de apoio.” Num âmbito menos profundo, uma casa bem organizada ajuda a ter uma vida mais organizada. Uma boa arrumação leva a descobrir espaço onde nunca suspeitámos que havia, amplia divisões e dá uma maior sensação de conforto.

Com o tempo, vamos acumulando coisas que acabamos por nunca utilizar e talvez o primeiro passo seja livrar-se do supérfluo, guardando apenas o essencial.



Gostamos de começar pelo quarto. Isso ajuda a organizar a cabeça”, comenta Margarida Morais, da Homeorganizers, empresa especializada em arrumações a todos os níveis. Fazem a arrumação de quartos, escritórios, estantes, álbuns de fotografia, cozinhas. O objectivo é reaproveitar os espaços de forma funcional. “Procuramos reutilizar ao máximo o que a pessoa já tem, reciclando materiais e móveis”, explica. Margarida sugere que se comece pelos roupeiros. “Aí, é importante separar para dar as peças que a pessoa não tenha usado nas últimas estações. Desfazer-se das roupas que realmente não são usadas ajuda a criar mais espaço nos roupeiros, nem que seja para caberem novas peças, desta vez a serem realmente utilizadas.


O que não se vestiu até agora, temos a certeza de que a pessoa não voltará a vestir. É claro que há algumas peças de roupa que pertenceram à mãe ou à avó, que têm um valor especial, algum carisma e que podem voltar a estar na moda. Mas estes são casos especiais.” Nas cozinhas, a regra é ter à mão as coisas que são utilizadas com frequência, de forma a que não se perca tempo. É também importante, nas casas com crianças, manter inacessível aquilo que é perigoso para os mais pequenos.


Quartos de brincar devem ser periodicamente reordenados de forma a acompanhar as necessidades das mesmas. A limpeza de arrecadações e sótãos deve seguir a mesma filosofia: deitar fora o que não foi usado nos últimos anos, reciclar o que pode ajudar na arrumação e criar uma arrumação funcional que reúna os objectos consoante a sua utilidade. E até jardins e varandas podem e devem ganhar uma arrumação mais prática. Isto leva a que seja igualmente prática a sua manutenção.


Em altura de subsídio de Natal, nada como pensar em tratar das finanças. O primeiro a fazer, de acordo com Natália Nunes, da Deco, é delinear um orçamento familiar. “É pegar numa folha em branco e fazer duas colunas. De um lado, põe-se o que se recebe. Do outro, o que se consome, desde o café à prestação da casa e do carro”, comenta. Quem tem rendimentos irregulares deve ver a média de rendimento por mês no ano anterior, ou seja, ver ganhos somados, dividir por 12 e trabalhar com estes valores. É importante incluir neste cálculo as despesas que não são mensais – os seguros, por exemplo. Estas devem ser previstas e incluídas de forma a que todos os meses se deixe de lado uma parte do valor em questão para quando chegar a hora de pagar este custo.


O saldo da diferença entre despesas e receitas tem de ser positivo. E o ideal era que se conseguisse ficar com algum dinheiro para guardar ou fazer poupanças.

“Aconselhamos sempre que as famílias façam um pé- de-meia equivalente a cinco ou seis vezes o rendimento mensal da família”, refere a especialista da Deco.

Caso o saldo seja negativo ou se é impossível pôr mensalmente algum dinheiro de parte, é importante olhar de forma crítica para o que se gasta, de forma a analisar o que é que pode ser alterado ou mesmo suprimido. Existem pequenos truques para dar a volta a despesas fixas, como o consumo de água, gás e electricidade. Sites dirigidos a grupos de consumidores podem fornecer ideias preciosas e fáceis de pôr em prática. É o caso do site da Deco (http://www.deco.proteste.pt/).


Os compromissos de crédito são muitas vezes os responsáveis pelo desequilíbrio do orçamento familiar. “O peso destes compromissos não deve representar mais de 40 por cento do rendimento mensal da família”, recomenda Natália Nunes.

Se o for, deve-se contactar a entidade bancária para a reestruturação

do crédito. “Em regra, as entidades estão cada vez mais receptivas e interessadas nessa reestruturação, sobretudo quando se trata de crédito à habitação”, explica.

É importante ter em mente que, quando se contraiu o crédito, a realidade era distinta, o mercado estava diferente. Só isso já é suficiente para que uma família procure renegociar taxas e o spread.

Para quem enfrenta dificuldade nestas renegociações, a Deco pode actuar como mediadora.


O pedido de ajuda deve ser feito através da exposição escrita da situação e uma primeira resposta será dada dentro de alguns dias.

---- Com as contas em ordem e de posse de todas estas armas, 2008 será, sem dúvida, um ano em cheio.
Artigo da Revista Máxima

:: Para Ler... Pensar... e Meditar....



Para ler, pelo menos uma vez por dia, daqui até dia 25, sobretudo antes de sair de casa para ir gastar rios de dinheiro em futilidades e antes de enfardar quilos e quilos de comida em jantares de confraternização e de família...

:: Para...

"Para a nossa avareza, o muito é pouco;
Para a nossa necessidade, o pouco é muito."
Séneca

:: Quanto ?

Quanto Vale a Paz de Espírito?



Quanto vale uma consciência Tranquila?




- Vinte Mil Vidas -

Este é o número estimado de pessoas que morrem por dia em consequência da Fome e da Pobreza extrema.

:: Recente...

Recente relatório do Banco Mundial declarava:

" A Globalização parece aumentar a pobreza e a desigualdade...

Os custos de ajustamento para a maior abertura são suportados exclusivamente pelo pobre."

A Agência Central de Inteligência Norte-Americana (CIA), ainda em 2000, também abordou a questão:

" A economia global vai espalhar conflitos e estabelecer uma diferença maior entre vencedores e perdedores. Grupos excluídos enfrentarão profunda estagnação económica..."

A ONU também dizia no mesmo ano:

" O processo (Globalização) está concentrando poder e marginalizando o pobre."

O mais recente levantamento do Banco Mundial diz que 54,7 por cento da humanidade vive em estado de miséria ou pobreza extrema.

:: Acaso...

Acaso sabemos ou (sabe) o que significa passar fome?

E o que significa enfrentar a incerteza sobre se vamos ter com que nos alimentar?

E a incerteza quanto ao facto se conseguiremos sobreviver por mais um dia sem ter com o que nos alimentar...

:: Vivemos...

Vivemos num lastimável Mundo vergonhosos contrates...

Um Mundo capaz de deixar os necessitados à mercê da própria Sorte...

Um Mundo que muito pouco, quase nada, faz...

Mesmo diante da caótica situação geral, - da roubalheira, e do crescente sentimento de individualismo que impera...

... Contribua um pouco com a sua parcela para aliviar o sofrimento daqueles destituidos de quase tudo.

Cultive o sentimento de humanidade.

:: Existem...


Existem entidades sérias, ONGs, instituições religiosas, filantrópicas, etc.
Que necessitam da sua ajuda, seja material, seja como apoiante do voluntário que contribui com tempo e conhecimento.
Já pensou se na sua familia, ou (perto de si) alguém precisa da sua ajuda?
Procure informar-se!
Não ignore a pobreza incoberta!!!

:: O que será?...

O Que será que a menina, privada de quase tudo, responderá no dia em que lhe for dirigida a seguinte pergunta...

... " Acaso encontraste neste vasto Mundo alguém disposto a tentar amenizar a tua dor?"

:: Ajude!!!...

AJUDE!!!


Que a sua alma agradecerá.

"Que a sua alma dê ouvidos a todo o grito de dor, tal como o lotus abre o seu coração para sorver o Sol matutino."

Avoz do silêncio

Antigo texto Budista